Flamengo X Boavista pelo Campeonato Carioca 2012

Futebol - FlamengoFlamengo
1x229/02 as 22:00
Estádio: Claudio Moacir
Futebol - BoavistaBoavista

Gols

  • Vagner LoveGol de Vagner Love
  • SomáliaGol de Somália
  • Paulo RodriguesGol de Paulo Rodrigues

Comentários (39)

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  • tGopPToIJO anf3nimo das 17:34 toca num ponto que me parece iomrptante e que pode fazer a diferene7a. O pe9ssimo posicionamento dos nossos defesas em relae7e3o ao adverse1rio. A abordagem aos lances para um jogador que ataca a bola de frente como e9 o caso dos jogadores Barcelona, mais recuados e como tal, com mais espae7o para efectuar uma pequena corrida de balane7o...Os jogadores do Sporting apanham os adverse1rios em movimento e saltam (pouco) de lado...A par disso, he1 uma notf3ria falta de capacidade te9cnica na realizae7e3o deste gesto te9cnico nos defensores do Sporting,como e9 o caso de Polga e Carrie7o. Isso precebe-se tb nos movimentos ofensivos na e1rea do adverse1rio, havere1 quantos centrais no mundo com te3o pouca capacidade de finalizae7e3o quanto estes??? Vejam o Tonel e como ataca a bola. Para ale9m disso existe uma falta de confiane7a enorme destes jogadores que sabendo ser este o ponto fraco, tremem como varas verdes nestes lances saltando e0 toa, sem convice7e3o e agressividade!!O Postiga na 1aa parte apareceu como o 1ba homem e mais e0 frente do 1ba poste, o problema e9 que os jogadores do Maredtimo afinaram a zona de entrada de bola...Deixou de entrar junto ao 1ba para passar a entrar na zona do Penalti....Morte, e9 le1 que este3o os piores cabee7eadores!!!antmend08/10/12 as 09:40hs
  • VOEqTNdSTSKlwb20 ANOS 20 Histf3riasNorberto A. LopesViena foi tudo aquilo que os adetpos viram. Um jogo soberbo, uma vitf3ria cintilante do F. C. Porto, a noite em que Madjer eternizou o golo de calcanhar e a equipa produziu uma das mais belas sinfonias da histf3ria. Venceu o poderoso e favorito Bayern de Munique (2-1), deu a volta ao jogo depois de ter estado a perder ao intervalo pela margem mednima. Parece que foi ontem, porque as memf3rias continuam vivas e nunca se apagam. Mas o tempo corre depressa e faz hoje precisamente 20 anos que o drage3o conquistou a primeira Tae7a dos Campef5es Europeus. Foi o abrir de pe1gina na histf3ria internacional do clube, foi o grito que vivia amordae7ado e deu a te3o desejada dimense3o mundial ao emblema portista.Mas Viena tambe9m teve trae7os de vingane7a. Em 1984, treas anos antes, o F. C. Porto esteve perto do ce9u mas caiu no inferno. Perdeu a Tae7a das Tae7as para a Juventus (2-1), na ce9lebre final de Basileia em que se queixou do e1rbitro. A mesma gerae7e3o de jogadores vingou-se daquele percale7o, mas sofreu a bom sofrer.Frente ao Bayern de Munique, o F. C. Porto perdia ao intervalo por 1-0, por causa de um erro defensivo - Koegel marcou aos 24 minutos, depois de um lane7amento lateral. A equipa acusou o golo, deixou-se abater ate9 libertar as amarras no segundo tempo. Aos 77 minutos, Madjer empatou, naquele que considera ser o golo da sua vida; dois minutos depois, Juary fez o 2-1 final, na sequeancia de uma jogada de mestre do argelino - cruzou com pontaria afinada para o segundo poste. Talvez por isso tenha sido e9pico. Te3o e9pico que he1 algumas histf3rias para contar de um jogo que a histf3ria ne3o apaga. O JN recorda-lhe 20.Juary na saunaNo quarto, quase sempre fechados no quarto. Os jogadores morrem de te9dio, Juary arrisca os prf3prios limites na manhe3 do grande jogo. Ne3o resiste, sai do quarto e dirige-se para a entrada do hotel. Depois, toma contacto com o funcione1rio da sauna colectiva. Tambe9m e9 brasileiro, o die1logo e9 fe1cil. Aproveita e entra na sauna para matar o tempo. Mas Octe1vio Machado apercebe-se do acto irreflectido. De1-lhe uma descompostura tremenda e o avane7ado teme o pior. c0 hora de almoe7o, espera pelo adjunto e0 porta do restaurante. "Perguntou-me se je1 tinha contado ao Artur Jorge", recorda Octe1vio Machado. Diz-lhe que ne3o. "Fica sf3 entre nf3s. Mas quando precisarmos de ti logo e0 noite, vais ter de marcar um golo. c9 assim que vais pagar o que fizeste". E Juary cumpriu, marcou o golo da vitf3ria e deu ainda a bola para Madjer marcar o ce9lebre golo de calcanhar.Pre9mio chorudoA conquista da Tae7a dos Campef5es Europeus foi a primeira grande conquista internacional do F. C. Porto. Teve um valor desportivo que atravessou fronteiras e lane7ou o nome do clube para os pedncaros da fama. He1 20 anos, a vitf3ria valeu 1500 contos a cada jogador (7500 euros). Ne3o era coisa pouca, cada exemplar do JN custava 40 escudos! (20 ceantimos) Pelo triunfo em Gelsenkirchen, em 2004, cada futebolista encaixou 100 mil euros e Jose9 Mourinho arrecadou 500 mil. Sem veddeosNos tempos que correm, e9 fe1cil preparar um desafio de futebol. Os jogos passam na televise3o, os computadores ajudam a destrine7ar conceitos e sistemas te1cticos. He1 dados estatedsticos que suportam determinados procedimentos. Mas he1 20 anos a realidade era bem diferente, ne3o havia os recursos tecnolf3gicos de hoje. Era tudo sustentado em observae7f5es no terreno e os treinadores ne3o mostravam veddeos dos adverse1rios. "Trabalhe1vamos ao 'olhedmetro'", recorda Octe1vio Machado. E com o Bayern Munique foi assim. Coube ao adjunto observar os treas faltimos jogos dos aleme3es "E tambe9m assisti a um treino". Hoje, os clubes nem abrem as portas dos treinos aos adetpos. "Escrevi muitos relatf3rios que depois foram analisados pelo Artur Jorge". Foi assim que a final foi preparada.Futre e Gil y GilEra o mais novo da equipa - a irrevereancia em corpo de gente. Paulo Futre impunha ritmos, jogava no limite de um drible curto, sempre em velocidade, sempre com espontaneidade. Na segunda parte, quando o F. C. Porto perdia por um golo, fez uma jogada de sonho pelo lado direito. Fintou meio mundo, sempre em progresse3o, sempre com a baliza fisgada nos olhos. E falhou o golo por centedmetros. Mas foi aquela jogada me1gica que seduziu Gil y Gil, ao ponto de ter pago meses depois 630 mil contos pelo esquerdino. Foi o trunfo de peso que levou o dirigente e0 cadeira da presideancia do Atle9tico de Madrid.Madjer acertouNo este1gio que antecedeu o jogo, Madjer era o companheiro de quarto de Mlynarczyk. Um dia e0 noite, o guarda-redes polaco virou-se para o argelino. "Estou com medo do Bayern de Munique, eles se3o mais fortes do que nf3s". E Madjer, que je1 era a imagem de marca da irrevereancia, esboe7ou um sorriso expressivo. Olhou o colega de frente, olhos nos olhos. De uma forma instintiva e sem pensar, atirou. "Ne3o te preocupes, Josef. Nf3s amanhe3, vamos ganhar por 2-1. E vamos ser campef5es europeus!" E Madjer tinha raze3o, acertou no resultado do jogo.Gal CostaAntes do jogo, a tense3o acumula-se. O nervosismo corre nas veias, os jogadores comee7am a ser possueddos por aquela que seria uma final de sonho. Mas he1 muitas formas de descontrair. Uma delas era cantar mfasicas, expandir as emoe7f5es pela fore7a da voz. Em 1987, o tema "Um dia de domingo" era o grande hit da dupla Gal Costa e Tim Maia. E alguns jogadores cantaram-no antes do jogo para libertar o nervoso miudinho.HotelQuem le1 esteve diz que era magnedfico. Como se estivessem hospedados numa cidade africana. Havia palmeiras espalhadas, uma praia artificial e ate9 uma enorme piscina com ondas a recriar o mar. O F. C. Porto ficou hospedado treas noites no Hotel City Club, nos arredores de Viena, onde a equipa se concentrou para a grande final. Cada die1ria ficou por 27 contos!Beijos no Core3oOs jogadores este3o equipados, prontos para entrar no relvado do Prater. Quando Madjer tira do bolso um livro pequenino, olha para os colegas e pergunta "Voceas querem ganhar o jogo?". Ainda se lembra bem da resposta. "Disseram-me que sim, claro". Ningue9m hesitou. Pegou no livro pequenino e pediu aos colegas para beijarem a obra. Era o livro sagrado do Isle3o, o Core3o. A palavra de Deus revelada ao profeta Maome9. E a equipa conquistou a Tae7a dos Campef5es Europeus.Presidente desmaiouOs jogadores festejam. Correm no relvado ao lado do capite3o Joe3o Pinto. Os dirigentes sorriem. Pinto da Costa vea que o sonho era real, a Tae7a dos Campef5es je1 ne3o era obra da imaginae7e3o. Deixa-se tomar pelas emoe7f5es, deixa-se guiar pela euforia do momento, deixa-se guiar por tudo aquilo que os olhos veaem. Quando chega ao balnee1rio, as emoe7f5es continuam a ser muitas. E desmaiou. "Tivemos de lhe dar logo assisteancia", lembra o me9dico Domingos Gomes.No controloO jogo terminou he1 minutos, Ine1cio e Frasco se3o escolhidos pela UEFA para irem e0 sala onde se realizam os controlos anti-doping. Encontram Koegl e Rummenigge. Koegl, que curiosamente tinha marcado o golo do Bayern Munique, e9 o primeiro a fazer o teste. Depois, seguem-se Ine1cio e Frasco. Rummenigge fica e0 espera, os dois portistas olham-no, riem-se e antes de saedrem da sala atiram de pronto "Ate9 aqui voceas levaram no pealo. Ate9 aqui ganhamos por 2-1".Me1 notedciaFoi um dia de felicidade. Mas, e0 hora do almoe7o, um jogador sentiu a dor de ne3o poder jogar a grande final. Jaime Pacheco tinha viajado com a equipa, estava recuperado de uma rotura do ligamento cruzado anterior. Os jornalistas ate9 pensaram que fosse um dos trunfos de Artur Jorge. Mas, no dia do jogo, o treinador decidiu. "Clinicamente estava apto, mas faltava-lhe ritmo de jogo", lembra o me9dico Domingos Gomes.Nem foi para o banco, onde surgiu um jovem central de 20 anos chamado Festas.PsicologiaAo intervalo, o F. C. Porto mergulhava em tristeza. Perdia por um golo, a equipa tinha dado uma imagem muito pe1lida do que tinha sido capaz de fazer. No balnee1rio, Artur Jorge e9 curto na palestra, mas genial no incentivo psicolf3gico. Pergunta a idade aos jogadores, mostra-lhes que e9 a faltima oportunidade da carreira para ganharem a Tae7a dos Campef5es Europeus. "Este3o a 45 minutos de entrarem na histf3ria do futebol", recorda Eduardo Lueds. Foi isso que agitou as mentes e a equipa libertou-se das amarras no segundo tempoCruzamentosDuas semanas antes da grande final de Viena, Juary lesionou-se num jogo frente ao Boavista - ficou com um problema no pe9 direito. Esteve para ne3o jogar, mas recuperou milagrosamente. Comee7ou a treinar progressivamente, queimou uma etapa de cada vez. Primeiro condicionado e sob a orientae7e3o de Octe1vio Machado, que insistia em cruzamentos do lado esquerdo para o segundo poste, onde aparecia Juary a rematar com o pe9 direito. Foi assim que venceu as dores na zona lesionada, foi assim que marcou o segundo golo do jogo que silenciou o Bayern de Munique.ChuteirasA final da Tae7a das Tae7as perdida para a Juventus, em 1984, foi uma lie7e3o para o F. C. Porto. Antes do jogo de Basileia, os jogadores assinaram contratos com ve1rias marcas desportivas. Jogaram com chuteiras de uma determinada marca na primeira parte, com outras da marca concorrente na segunda. E isso criou problemas de adaptae7e3o que se reflectiram na produe7e3o da equipa durante o encontro. Por causa disso, Artur Jorge estipulou regras muito claras antes da final de Viena - os futebolistas foram proibidos de substituir as chuteiras usadas por novas nas duas semanas que antecederam o grande jogo com o Bayern de Munique. Era o tempo limite para os pe9s se adaptarem ao novo equipamento.Joe3o PintoAs imagens correram mundo, ainda perduram na memf3ria dos adetpos. Acaba o jogo, os jogadores fazem a festa, falta pouco para receberam a te3o desejada Tae7a dos Campef5es Europeus - o momento da coroae7e3o do F. C. Porto, o registo que ficare1 para a eternidade. O capite3o Joe3o Pinto recebe a Tae7a, agarra-a com as duas me3os e nunca se separa do trofe9u. Na altura disse que se sentia como uma criane7a que tinha recebido um brinquedo. Mas o acto ne3o caiu bem junto dos colegas, que tambe9m queriam erguea-la. "Aquela Tae7a reflecte o trabalho de um grupo e parece que sf3 foi ganha por uma pessoa", adianta Eduardo Lueds.Loucura de MadjerQuando a equipa chega e0 cidade do Porto, vive-se um Se3o Joe3o antecipado. O povo saiu e0 rua, cruzou a Avenida dos Aliados, ergueu cachecf3is e bandeiras em homenagem ao F. C. Porto. Depois do jogo, Artur Jorge conversa com Madjer, o autor do ce9lebre golo de calcanhar que havia de correr mundo. c9 um gesto de difedcil execue7e3o. "Na brincadeira, o treinador disse-me que era maluco por ter marcado um golo de calcanhar", conta o argelino. Mas o lance foi de tal forma desenhado, que ne3o lhe restava outra hipf3tese. "Estava de costas para a baliza e Deus estava do meu lado".Festa em MuniqueEm 1987, ne3o havia dfavidas - o Bayern de Munique era o grande favorito e0 conquista da Tae7a dos Campef5es Europeus. Ne3o sf3 pelo peso histf3rico, mas pelo apoio do pfablico que coloriu o Este1dio de Prater, em Viena - havia cerca de 15 mil portugueses, a esmagadora maioria era germe2nica e vestia de vermelho. E os aleme3es davam a vitf3ria como um dado adquirido. Je1 tinham uma recepe7e3o preparada na ce2mara municipal e a Re1dio Baviera marcou uma festa com a participae7e3o de ministros do Governo. Mas, claro, foi tudo por e1gua abaixo...Empurre3oMadjer tinha acabado de marcar o ce9lebre golo de calcanhar. Ficou deitado do relvado, os colegas apinharam-se em cima e os mfasculos da perna direita, je1 doridos por um jogo desgastante, cederam. O argelino teve de sair do relvado, onde esteve a receber assisteancia me9dica. "Foi tudo muito re1pido. A nossa preocupae7e3o era que o F. C. Porto estava com dez em campo. Decidimos muito rapidamente e corremos um risco, porque os ge9meos podiam ceder. Empurre1mos o Madjer para dentro do campo. E naquele preciso momento recebeu a bola e fez a jogada para o golo da vitf3ria", diz Domingos Gomes.CamisolaGrande parte dos jogadores do F. C. Porto guardaram a camisola como um gesto de recordae7e3o eterno. c9 o objecto que suporta a memf3ria viva de um jogo imortal por cada um dos futebolistas. Mas, na altura dos festejos, Ine1cio deixou-se guiar pelo instinto "Nos festejos, cruzei-me com o presidente. Tirei a camisola e ofereci-a de imediato. Fui o primeiro jogador a fazea-lo, porque ele tinha feito muito pelo clube, foi ele quem lhe deu a projece7e3o internacional. Foi o meu agradecimento a Pinto da Costa", recorda o antigo lateral esquerdo.Dois craquesNo final do jogo, o treinador do Bayern de Munique ne3o teve dfavidas. Perguntaram a Udo Lattek quais os jogadores do F. C. Porto que gostava de ter na sua equipa e a resposta foi pronta "Se me deixassem comprar, optaria pelo Futre e pelo Madjer, dois jogadores excepcionais". Mas nenhum deles refore7ou o clube be1varo. O primeiro transferiu-se para o Atle9tico de Madrid, o segundo rumaria ao Valeancia. Por curiosidade, o e1rbitro do jogo encerrou a carreira. Chamava-se Alexis Ponnet e era belga. in JN08/10/12 as 02:45hs
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  • XytXGMXVhbA altura de BuraRUI FONSECADepois de cerca de um meas de paaegrm da fase final do Campeonato Nacional de Juniores, o FC Porto regressou em fore7a e contou com a estatura do central Bura para bater o Boavista e isolar-se no comando da prova. A primeira parte dos portistas mostrou uma equipa com estofo e um futebol bem estruturado, servido por bons executantes, que apenas pecou na finalizae7e3o, cabendo ao avane7ado Rui Pedro falhar treas soberanas oportunidades, duas das quais isolado. Apostando na velocidade, a formae7e3o azul e branca foi, nos primeiros 45', dona e senhora do jogo, ne3o permitindo que os axadrezados construedssem uma fanica oportunidade de golo. Apf3s o intervalo, Me1rio Moinhos operou duas substituie7f5es de uma assentada, a equipa boavisteira ganhou mais consisteancia a meio-campo e conseguiu equilibrar o jogo. A preocupae7e3o de defender a vantagem apoderou-se dos portistas, que passaram a apostar no contra-ataque para dilatarem o marcador, mas os seus avane7ados continuaram a mostrar-se perdule1rios. O triunfo fo FC Porto e9 inequedvoco, alie1s, peca por escasso, diante de um adverse1rio que lutou com as armas - poucas - que tem. Arbitragem com ve1rios erros, usando e abusando do deixa andar, com prejuedzo para ambas as equipas. TREINADORES"Na segunda parte je1 estivemos ao nosso nedvel, mas na primeira o FC Porto foi muito forte, aproveitou-se das nossas fraquezas e da estatura dos seus jogadores para fazer um golo. Merecedamos melhor resultado" Me1rio Moinhos, treinador do Boavista "Estou convicto que vamos chegar ao tedtulo, pois somos a melhor equipa neste escale3o. Crie1mos umas dez oportunidades de golo. Foi um jogo competitivo e o resultado peca por escasso" Ileddio Vale, treinador do FC Porto Boavista 0 - FC Porto 1Campo da Pasteleira, no Porto. c1rbitro | Albano Correia [AF Braga] Boavista Ricardo Neves; Ivan De1vila, Pedro Carneiro, Rui Raednho e Diogo Oliveira; Alex Cruz (Jaime Machado, 45’), Diogo Nf3brega e Pedro Moreira; Hugo Silva, Ivan Santos (Benvindo Moreno, 88’) e Alex Se1 (Tiago Magalhe3es, 45’). T Me1rio Moinhos. FC Porto Ventura; Tiago Moreira, Bura, Andre9 Pinto e Hugo; Edson, Fredson e Castro; Tiago Silva (Monteiro, 70’), Rui Pedro (Roberto, 86’) e Ukra (Candeias, 66’). T Ileddio Vale. Ao intervalo 0-1 Marcadores 0-1 Bura, 13’. Cartf5es amarelos: Castro (39’), Pedro Carneiro (44’), Edson (75’), Fredson (89’) e Diogo Oliveira (90’+2’). Carte3o vermelho: Morais (82’). in o JOGO19/07/12 as 00:18hs
  • viniflamengo 1 x 2 boavista24/03/12 as 18:29hs
  • Diegodeu botafogo 3 x 1 americano gols 2, erreira, 1 andrezinho eo gol do americano e do marcos felipe01/03/12 as 19:39hs
  • Diego2 gols de Erreira e 1 do Andrezinho botafogb 3 x 1 americano01/03/12 as 19:35hs
  • DiegoBotafogo 3 x 1 Americano 01/03/12 as 19:32hs
  • Guilhermepor deu mole po tenho 7 anos mais sei muinto de futebol mengoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo01/03/12 as 13:11hs
  • Sandro SilvaFoi mao no gold do boa vista... Arbitros continuam errando muito, tem que ser feito alguma coisa ou vao apenas defender os Arbitros...01/03/12 as 09:19hs
  • paulo victorflamengo eu meu time perdendo ou ganhado vai lá flamengo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!vencer vencer vencer01/03/12 as 08:38hs
  • osvaldoo carinthians e o melhor01/03/12 as 00:24hs
  • osvaldoo corinthians01/03/12 as 00:23hs
  • osvaldoe nada o flamengo e muito ruim 01/03/12 as 00:23hs
  • rogeriojunior o flamengo esta sentindo a flta do ronaldinho e do leo moura?29/02/12 as 23:08hs
  • AlessandroGalvao que esta jogando melhor flamengo ou boa vista?29/02/12 as 22:11hs
  • Degodeu zebra 2 x 1 BOAVISTA29/02/12 as 21:44hs
  • joao pedro MENGÃO3 x 0 para o meu MENGAO... MENGAO te amoooooooooooo29/02/12 as 21:37hs
  • FabioManguaçacom a centalbrasileirao.com tudo fica mais facil de se acompanhar o carioca, campeonato mais charmoso e competitivo do Brasil, um abraço pra nação rubro negra e manguaça sempre que puder!!!!29/02/12 as 20:53hs
  • PamelaFlamengoo hoje, amanha e sempre s2''29/02/12 as 20:30hs
  • augustomengooooooooo do meu coraçao flamengogogogogogogogoflamengo do meu coraçao flamengogogogogogogogo29/02/12 as 18:28hs
  • augustovamos mengo vmos ser campeao do carioca mengo mengo mengoooooooooo29/02/12 as 18:24hs
  • valdenilson alves evangelistauma vez flamengo flamengo ate morrer vai mengooooooooooooooooooo29/02/12 as 18:20hs
  • ERMESSER FLAMENGO É SOFRER ETERNAMENTE29/02/12 as 16:59hs
  • MengãoFlamengo 4 x 0 Boa Vista29/02/12 as 16:18hs
  • vicente sedmariofla 3 a zero29/02/12 as 14:47hs
  • carlos4x0 te i ronalhdil29/02/12 as 00:45hs
  • Gabrielte amo mengooooooooooooooooooo29/02/12 as 00:25hs
  • 3x1vai la mengo28/02/12 as 19:29hs

Jogos

  • Jogo Vasco X Flamengo válido pelo Campeonato Carioca 2014 A partida entre Vasco X Flamengo válido pelo Campeonato Carioca 2014 ocorre em 06/04/2014 as 16:00 no estádio Maracanã
  • Jogo Flamengo X Vasco válido pelo Campeonato Carioca 2014 A partida entre Flamengo X Vasco válido pelo Campeonato Carioca 2014 ocorre em 13/04/2014 as 16:00 no estádio

Artilheiros

  • Edmilson 11 gols
  • Alecsandro 10 gols
  • Carlinhos 8 gols
  • Erick Foca 6 gols
  • Fabricio Carvalho 6 gols
  • João Carlos 6 gols
  • Walter 6 gols
  • Fred 5 gols
  • Hernane 5 gols
  • Wagner 5 gols
  • Waldir 5 gols
  • Willen 5 gols
  • Cascata 4 gols