Adicionado por: Edgar Forer em 12/10/2008 às 14:30
Fonte: Globo
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INFORMAÇÕES DO ARTIGO
São Paulo fará vigilância especial no vestiário do Parque Antarctica
São Paulo e Palmeiras selaram a paz, mas o episódio do gás no vestiáriotricolor em partida da semifinal do Paulista, em abril, ainda assombrao clássico. No reencontro das equipes, domingo que vem, no ParqueAntarctica, a cúpula do Morumbi vai reforçar o número de seguranças queutiliza habitualmente nos jogos.
Mas, por outro lado, levará a metade de homens que convocou na fatídica partida do gás.
Para o principal jogo da rodada, o São Paulo, que normalmente trabalha com oito guarda-costas, deve levar 15.
Apesarde ter reduzido o corpo de seguranças, os são-paulinos ainda temem oestádio do rival. A reportagem apurou com a cúpula tricolor que algunsaspectos do Parque Antarctica (como a proximidade entre a arquibancadae o gramado e a exposição dos jogadores no trajeto do ônibus até ovestiário visitante) preocupam.
Outro temor, segundo um integrante da diretoria são-paulina, é vigiar bem o vestiário, principalmente do lado de fora.
O goleiro Rogério, jogador mais assediado em todos os jogos do clube fora do Morumbi, deverá ter cuidado especial.
Apesardo estado de atenção, as relações entre os clubes melhoraram desde oepisódio do gás. "Eles serão tratados com toda a fidalguia", dizFernando Pizzo, assessor da presidência do Palmeiras. Segundo ele, um"confortável camarote" será reservado à diretoria do rival.
O"cachimbo da paz" entre os clubes foi aceso pelo presidentesão-paulino, Juvenal Juvêncio, que enviou carta ao colega palmeirenseAffonso della Monica apoiando a realização do jogo no Parque Antarctica.
A atitude foi determinante para o agendamento do clássico para o estádio palmeirense.
Osdois clubes chegam para essa partida separados por dois pontos. OPalmeiras é o vice-líder, com 54 pontos, e o São Paulo soma só dois amenos.
O técnico Muricy Ramalho disse que não vai permitir quese fale em assuntos extracampo durante a semana, especialmente doepisódio do gás no vestiário. "A imprensa tem é que parar com esseassunto de gás. Quando começarem a falar isso de novo, eu vou cortar.Tem que falar é de futebol'', afirmou o treinador que, no entanto, deurelevância ao fato. "Foi um irresponsável que fez aquilo. Só não pode éacontecer de novo. Aí não dá'', concluiu.
Mas, por outro lado, levará a metade de homens que convocou na fatídica partida do gás.
Para o principal jogo da rodada, o São Paulo, que normalmente trabalha com oito guarda-costas, deve levar 15.
Apesarde ter reduzido o corpo de seguranças, os são-paulinos ainda temem oestádio do rival. A reportagem apurou com a cúpula tricolor que algunsaspectos do Parque Antarctica (como a proximidade entre a arquibancadae o gramado e a exposição dos jogadores no trajeto do ônibus até ovestiário visitante) preocupam.
Outro temor, segundo um integrante da diretoria são-paulina, é vigiar bem o vestiário, principalmente do lado de fora.
O goleiro Rogério, jogador mais assediado em todos os jogos do clube fora do Morumbi, deverá ter cuidado especial.
Apesardo estado de atenção, as relações entre os clubes melhoraram desde oepisódio do gás. "Eles serão tratados com toda a fidalguia", dizFernando Pizzo, assessor da presidência do Palmeiras. Segundo ele, um"confortável camarote" será reservado à diretoria do rival.
O"cachimbo da paz" entre os clubes foi aceso pelo presidentesão-paulino, Juvenal Juvêncio, que enviou carta ao colega palmeirenseAffonso della Monica apoiando a realização do jogo no Parque Antarctica.
A atitude foi determinante para o agendamento do clássico para o estádio palmeirense.
Osdois clubes chegam para essa partida separados por dois pontos. OPalmeiras é o vice-líder, com 54 pontos, e o São Paulo soma só dois amenos.
O técnico Muricy Ramalho disse que não vai permitir quese fale em assuntos extracampo durante a semana, especialmente doepisódio do gás no vestiário. "A imprensa tem é que parar com esseassunto de gás. Quando começarem a falar isso de novo, eu vou cortar.Tem que falar é de futebol'', afirmou o treinador que, no entanto, deurelevância ao fato. "Foi um irresponsável que fez aquilo. Só não pode éacontecer de novo. Aí não dá'', concluiu.
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